A Câmara Municipal de São Paulo recebeu, na terça-feira (1º), a 13ª edição do Fórum Semipresencial da Juventude Contra as Drogas. O encontro reuniu representantes de instituições e lideranças que trabalham na prevenção ao consumo de entorpecentes, no acolhimento de pessoas e no atendimento voltado à recuperação.
A programação também incluiu homenagens a entidades terapêuticas que atuam no acompanhamento de pessoas com problemas relacionados ao uso de drogas. O evento teve o apoio do vereador Guilherme Corrêa (União Brasil) e ocorreu nas dependências do Legislativo paulistano.
Durante o fórum, participantes abordaram a importância da atuação conjunta entre organizações sociais, agentes públicos, comunidades terapêuticas e demais serviços envolvidos na prevenção e no tratamento da dependência química. O debate teve como foco os desafios enfrentados por jovens, familiares e profissionais responsáveis pelo atendimento.
O encontro também abriu espaço para que representantes das instituições apresentassem experiências relacionadas ao acolhimento, à orientação e à recuperação. As entidades trabalham com públicos em diferentes situações de vulnerabilidade e oferecem apoio a usuários de drogas e seus familiares.
A realização em formato semipresencial permitiu a participação de convidados de forma presencial e remota. A proposta foi ampliar a troca de informações entre profissionais, lideranças comunitárias e organizações que desenvolvem ações de prevenção e assistência.
O fórum chegou à 13ª edição com discussões sobre medidas para reduzir o consumo de drogas entre jovens e fortalecer as redes de atendimento. Entre os pontos tratados estiveram a necessidade de orientação, o acompanhamento dos usuários e a participação das famílias durante o processo de recuperação.
As instituições presentes também destacaram o papel das ações preventivas antes do surgimento ou agravamento da dependência. Esse trabalho pode envolver atividades educativas, atendimento psicossocial, encaminhamento aos serviços disponíveis e acompanhamento após o período inicial de acolhimento.
O evento foi realizado em meio às discussões sobre políticas públicas de saúde e assistência destinadas às pessoas afetadas pelo uso de substâncias. O atendimento a esse público pode envolver diferentes áreas, como saúde, educação, assistência social e segurança pública, conforme as necessidades identificadas em cada caso.
A programação foi encerrada com o reconhecimento das entidades terapêuticas participantes. O conteúdo do encontro também foi registrado em reportagem produzida pela Rede Câmara SP.
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