As forças de segurança e órgãos públicos atuaram de forma integrada durante o segundo turno das eleições de 2026 no Distrito Federal, realizado no domingo (25).
A operação foi coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), em articulação com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF). O trabalho começou antes da votação, já que o planejamento incluiu a distribuição das urnas.
O Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) reuniu representantes das instituições participantes para compartilhar informações e acionar os órgãos responsáveis. A operação utilizou o DF 360 para monitorar locais e vias. Uma célula de inteligência reuniu representantes de 22 órgãos.
A Polícia Federal (PF) registrou, no primeiro turno, três termos circunstanciados de ocorrência (TCOs) e um auto de prisão em flagrante (APF). As ocorrências envolvem boca de urna, propaganda eleitoral irregular e possível desobediência à determinação da Justiça Eleitoral, conduta prevista no artigo 347 do Código Eleitoral. Os procedimentos seguem sob responsabilidade da corporação.
A Polícia Militar (PMDF) reforçou o policiamento e usou câmeras de reconhecimento óptico de caracteres (OCR) em viaturas, câmeras corporais e drones para monitorar áreas de interesse.
O Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) manteve equipes para prevenção e emergências. Até as 19h de domingo (25), foram atendidas 12 ocorrências; nenhuma tinha relação direta com as eleições ou divergências ideológicas. Apenas um caso exigiu transporte para uma unidade hospitalar; os demais foram resolvidos no local.
O Departamento de Trânsito (Detran-DF) fiscalizou três pontos de Águas Claras: Unieuro, Uniplan e Leonardo da Vinci, além de áreas do Guará e da Asa Sul para organizar o fluxo e coibir estacionamento irregular. As equipes utilizaram viaturas, motocicletas, monitoramento aéreo, cones, barreiras e supercones para organizar o tráfego e sinalizar proibições.
O DER registrou 221 infrações de trânsito por alcoolemia, estacionamento irregular e uso de celular ao volante.
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