O Distrito Federal registrou 64 denúncias de assédio eleitoral até ontem (19), seis casos a mais que as 58 recebidas em todo o ano eleitoral de 2022, segundo o Ministério Público do Trabalho (MPT-DF). A seis dias do segundo turno, os relatos incluem convocação para eventos de campanha durante o expediente ou folgas, pedidos para divulgar candidaturas nas redes sociais, ameaças de demissão e retaliação por manifestação político-partidária. Também houve denúncias de restrição ao voto, com tempo insuficiente para votar e ameaça de processo administrativo. O MPT-DF expediu 28 recomendações, ajuizou quatro ações civis públicas e firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O órgão enviou ainda 40 recomendações a empresas de vigilância, asseio e conservação para não solicitarem dados do título de eleitor em contratações. Três ações tiveram decisões liminares para interromper as práticas.
Denúncias de assédio eleitoral já ultrapassam os casos de 2022 no DF
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