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Pacientes com câncer colorretal têm medicamento aprovado

Pacientes com câncer colorretal têm medicamento aprovado
Fruzaqla é indicado para adultos com metástase já em tratamento Crédito: Secretaria de Saúde de Itaguaí

Pacientes adultos em tratamento contra o câncer colorretal metastático têm o medicamento Fruzaqla (fruquintinibe) como opção de tratamento. A Anvisa aprovou o registro da substância na segunda-feira (31). O produto é indicado ao tratamento de pacientes, entre outras situações, que já passaram por quimioterapia à base de fluoropirimidina, oxaliplatina e irinotecano. O fruquintinibe é um medicamento que bloqueia, de forma específica, alguns receptores. Esses receptores são importantes para a ação do VEGF, substância que estimula a formação de novos vasos sanguíneos.

O bloqueio dessa via é uma estratégia muito usada no tratamento do câncer, incluindo o tipo colorretal. Ao impedir a ação desses receptores, o novo medicamento reduz a formação de novos vasos sanguíneos que alimentam o tumor, dificultando seu crescimento.

 

Anvisa aprova nova caneta emagrecedora

Anvisa aprova nova caneta emagrecedora
Yluméc é classificado como medicamento similar ao Ozivy Crédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A Anvisa aprovou o registro de um novo medicamento da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. O Yluméc, produzido pela farmacêutica EMS, tem como princípio ativo a semaglutida, o mesmo do Ozempic, que teve sua patente expirada em 20 de março. Em nota, a EMS informou que a nova caneta é indicada para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2 e será produzida na fábrica de peptídeos localizada no complexo de Hortolândia (SP).

Novos medicamentos para câncer de pulmão

Três novos medicamentos para o tratamento de câncer de pulmão serão disponibilizados a pacientes em tratamento no SUS a partir de outubro. São eles o brigatinibe, o gefitinibe e o durvalumabe. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 1,9 mil pacientes devem ser atendidos. Consideradas medicações de alta tecnologia, os remédios podem custar até R$ 643 mil por ano na rede privada. O brigatinibe e o gefitinibe são duas terapias-alvo orais que atuam diretamente sobre alterações específicas das células cancerígenas.

Tratamento pode ser administrado em casa

Uma das vantagens é que o remédio pode ser administrado na casa do paciente com menor incidência de eventos adversos em comparação aos esquemas de quimioterapia. O terceiro medicamento, o durvalumabe, estimula a capacidade do sistema imunológico de combater os tumores cancerígenos. Ele é indicado para pacientes com câncer de pulmão em estágio 3, que não podem ser tratadas com cirurgia.

Objetos ilícitos I

A Escola Nacional de Serviços Penais, da Secretaria Nacional de Políticas Penais, realizou em Brasília, nos dias 27 e 28 de agosto, o I Curso de Análise de Imagens e Identificação de Ameaças e Objetos Ilícitos - Raio X e Scanner Corporal com o Uso de IA. A formação integra a estratégia nacional de modernização do sistema prisional.

Objetos ilícitos II

Ainda neste segundo semestre, policiais penais estaduais e federais de outros sete estados brasileiros vão receber o mesmo curso, que qualifica os profissionais para que eles desenvolvam competências técnicas, não apenas para operar os equipamentos de inspeção, mas também para interpretar as imagens geradas por esses sistemas.

Fies 2026 I

Na segunda, o Ministério da Educação concluiu mais uma rodada de convocação pela lista de espera do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o segundo semestre de 2026. Novas convocações serão realizadas até o dia 24 de setembro. Os estudantes pré-selecionados devem complementar suas inscrições na página do Fies.

Fies 2026 II

A pré-seleção para o preenchimento das vagas ainda não ocupadas ocorre de forma contínua. Diferente de outros processos seletivos, não há necessidade de manifestação de interesse para participar desta etapa, pois a inclusão na lista de espera é automática para todos os estudantes inscritos e não pré-selecionados na chamada regular.

Cura da hepatite B I

Duas universidades públicas brasileiras se uniram a instituições internacionais na busca de novos tratamentos e até mesmo de uma cura para a hepatite B. O consórcio é liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e é composto por grupos de pesquisa do Brasil, Índia, Senegal e Uganda.

Cura da hepatite B II

O Brasil é representado pelo Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes da Universidade Federal do Espírito Santo (Hucam-Ufes) e pela Universidade de São Paulo (USP). A pesquisa global irá observar, a nível celular, tanto o comportamento do vírus em pacientes de diferentes países como as respostas imunológicas das pessoas infectadas.