Distribuição de medicamentos para esclerose múltipla aumentou
25 de agosto de 202603:01Redação
Tratamento pelo SUS subiu 25,9% entre 2019 e 2023Crédito: José Cruz/Agência Brasil
Uma análise de dados feita por pesquisadores do Einstein Hospital Israelita revelou que, após a revisão das diretrizes nacionais, a distribuição pelo Sistema Único de Saúde (SUS), entre 2019 e 2023, de Natalizumabe, medicamento indicado para pacientes com formas mais agressivas de esclerose múltipla, aumentou 44,5% em todo o país.
Houve também crescimento na utilização de outras terapias de alta eficácia e redução do uso de medicamentos injetáveis de menor eficácia. No mesmo período, o número de pacientes em tratamento pelo SUS aumentou 25,9%, indicando maior acesso ao cuidado especializado.
O estudo avaliou os impactos da atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para a doença, implementada em 2021, e identificou avanços importantes na incorporação de terapias de alta eficácia.
Canetas: o risco em crianças e adolescentes
Uso inadequado pode aumentar gravidade de eventos adversosCrédito: Reprodução
A Sociedade Brasileira de Pediatria publicou nota de alerta sobre o uso sem acompanhamento médico de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, conhecidos como canetas emagrecedoras, por crianças e adolescentes. Segundo o texto, o uso inadequado pode aumentar a frequência e a gravidade de eventos adversos. Entre os riscos estão déficit de crescimento e desenvolvimento; desidratação e distúrbios eletrolíticos; perda de massa muscular; pancreatite aguda; e problemas na vesícula.
Dados e serviços fundiários mais acessíveis
Famílias assentadas, proprietários além de ocupantes de imóveis rurais podem acessar através da internet serviços relacionados à titulação, regularização e consulta de informações fundiárias.
As funcionalidades, desenvolvidas pelo Serpro para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), estão disponíveis na Plataforma de Governança Territorial (PGT). Informações territoriais de acesso público também podem ser consultadas no Geoportal.
Família podem pedir regularizações
Famílias assentadas em projetos de reforma agrária não precisam mais recorrer só ao atendimento presencial. O pedido de titulação do lote pode ser feito diretamente na PGT. Pela mesma plataforma, o cidadão também pode pedir a regularização de ocupação e o reconhecimento de família no Programa Nacional de Reforma Agrária. Quando aplicável, o sistema também permite pedir a Concessão de Direito Real de Uso.
Pé‑de‑Meia I
Os estudantes beneficiários do programa Pé-de-Meia de 2026 que atingiram pelo menos 80% de frequência nas aulas entre maio e junho começaram a receber nesta segunda a quinta parcela do incentivo frequência. O programa funciona como uma poupança para incentivar a permanência de jovens nos estudos até a conclusão do ensino médio.
Pé‑de‑Meia II
Os estudantes do ensino médio da educação de jovens e adultos (EJA) que são beneficiários também podem receber a parcela pela aprovação e conclusão do ensino médio. A modalidade é realizada em ciclos de formação e, por isso, os pagamentos ocorrem de uma maneira diferente dos estudantes do ensino médio regular.
Livros didáticos
Começou na segunda o período de seleção dos livros didáticos que serão utilizados do 1º ao 5º ano do ensino fundamental no ciclo 2027-2030. O Ministério da Educação orienta as redes de ensino a escolherem considerando a proposta pedagógica da unidade, os objetivos de ensino, bem como as características e as necessidades educacionais.
Registro cancelado
A Anvisa e a empresa Roche comunicaram nesta segunda-feira (24) o cancelamento do registro condicional do medicamento Elevidys® (delandistrogeno moxeparvoveque), a pedido da farmacêutica.
O registro condicional é uma autorização temporária de uso ou comercialização de um produto no país.
Justiça comum I
A presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ministra Maria Elizabeth Rocha, defendeu na segunda que casos de violência doméstica envolvendo militares em âmbito federal sejam julgados pela Justiça comum, e não pela Justiça Militar. A defesa foi feita durante evento da OAB, seção Rio de Janeiro, na Escola Superior da Advocacia.
Justiça comum II
Segundo a ministra, o fato de as mulheres integrarem as Forças Armadas não elimina a possibilidade de serem vítimas de agressões praticadas por companheiros em casa. Para Maria Elizabeth, as varas especializadas em violência doméstica oferecem instrumentos de proteção que não estão disponíveis no âmbito da Justiça Militar.
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