O Estado do Rio de Janeiro foi contemplado com um reforço para a rede pública de saúde. Por meio das diretrizes do Novo PAC Saúde, o Ministério da Saúde confirmou o envio de três tomógrafos computadorizados de última geração e 20 combos cirúrgicos completos para o território fluminense. O objetivo central da iniciativa é ampliar de forma imediata a realização de cirurgias eletivas, otimizar a oferta de exames de alta complexidade e descentralizar os atendimentos especializados oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A assinatura formal dos contratos de aquisição e distribuição ocorreu com a participação direta do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Esta etapa faz parte de um plano nacional de modernização tecnológica que prevê a compra centralizada de 150 novos combos cirúrgicos e 20 tomógrafos nesta fase, somando um montante final de 300 combos e 40 tomógrafos distribuídos para 185 municípios em todas as regiões do Brasil. Enquanto o investimento global coordenado pela União ultrapassa a marca de R$ 546 milhões, o valor destinado especificamente para estruturar as unidades de saúde fluminenses supera a marca de R$ 34 milhões.
Os novos equipamentos atendem tanto a Região Metropolitana quanto municípios do interior e da Baixada Fluminense. Segundo o cronograma do Ministério da Saúde, os três novos tomógrafos operacionais serão destinados integralmente à capital fluminense, onde ajudarão a absorver a grande demanda por exames de imagem.
Já os 20 combos cirúrgicos serão distribuídos entre hospitais gerais e unidades filantrópicas. Entre as cidades beneficiadas estão Araruama, Belford Roxo, Campos dos Goytacazes, Duque de Caxias, Itaperuna, Niterói, Nova Iguaçu, Petrópolis, Piraí, Resende, São Gonçalo, Valença, Vassouras e Volta Redonda. Parte desses kits de cirurgia já foi entregue e encontra-se em pleno funcionamento nas salas operatórias, impactando positivamente a realização de procedimentos médicos de média e alta complexidade.
O governo federal espera que novos compos cirúrgicos viabilizem a execução de, aproximadamente, 428 mil cirgurdias eletivas por ano. Os equipamentos foram divididos em categorias específicas para otimizar o fluxo de trabalho. Toda essa movimentação está integrada no programa federal "Agora Tem Especialistas". A estratégia busca combater as desigualdades regionais e acesso à saúde pela montagem e renovação de salas cirúrgicas completas.
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