A zebra de segunda-feira não passou para a terça-feira. Mas bem que ela tentou. No primeiro jogo do dia, a Noruega venceu a Costa do Marfim por 2 a 1, com um gol meio sem querer de Haaland, aos 41 do segundo tempo. E como diria Dadá Maravilha: "Não existe gol feio, feio é não fazer gol". Assim, a remada viking estará no caminho do Brasil nas oitavas de final, com uma escrita a ser batida: a Seleção nunca venceu os escandinávios em jogos oficiais. Foram quatro confrontos, com duas vitórias e dois empates. Destas vitórias, uma foi na Copa do Mundo de 1998, na fase de grupos: 2 a 1. O placar foi o mesmo de um amistoso em 1997. Já os dois empates, de 1 a 1, foram em 1988 e 2006.
Stale Solbakken, treinador da Noruega, evitou falar sobre o confronto com o Brasil logo após a vitória.
"Vamos falar mais adiante. Temos de deixar que as coisas se acalmem hoje e depois vamos falar sobre isso. Mas agora eu gostaria de não analisar os próximos jogos", disse aos jornalistas.
Haaland também despitou o assunto sobre como será a equipe diante da Seleção:
"Jogar contra o Brasil nas oitavas? Vai ser algo que a gente vai precisar enfrentar. As possibilidades são pequenas", disse o norueguês à Fifa.
França nas oitavas
No outro jogo do dia, uma das favoritas ao título, a França impôs seu ritmo forte e aplicou um 3 a 0 diante da Suécia. Dois gols de Mbappé e um de Barcola. A bicampeã mundial agora enfrenta o Paraguai, que eliminou a forte Alemanha nos pênaltis. O jogo será às 18h (de Brasília) do sábado (4), na Filadélfia.
Em um jogo bem estudado no seu início, os franceses foram vendo as melhores alternativas para furar a retranca sueca, que apostava no contra-ataque para surpreender. De tanto tentar, o gol saiu, aos 45 minutos do primeiro tempo, com Mbapeé.
No segundo tempo, a França ampliou o marcado com Barcola, aos 7 minutos. E se a Suécia ensaiava alguma chance de gol para pressionar os Les Bleus, ela foi por água a baixo aos 28 minutos, com o segundo gol de Mbapeé.
O tento, alías, foi o décimo do camisa 10, ultrapassando Ronaldo Fenômeno como o jogador que mais marcou gols no mata-mata em copas, fortalecendo sua briga com Messi pela artilharia.
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