Waka Waka reina e África do Sul passa para a fase mata‑mata
26 de junho de 202600:01POR
REDAÇÃO
O gol dos sul-africanos na partida, que deu a vagaCrédito: Reprodução/CazéTV
Uma vitória, suada, sofrida, mas que, no fim, rendeu lágrimas, alegrias e muita comemorção em Cidade do Cabo, Joanesburgo e Petrória, as três principais cidade do país. A África do Sul venceu a Coréia do Sul por 1 a 0 e ficou em segundo lugar no grupo A, com quatro pontos, empurrando os asiáticos para aberlinda dos terceiros colocados. O gol sul-africano foi marcado aos 17 minutos do segundo tempo por Maseko, após várias tentativas frustradas desde o início do duelo. E o adversário da próxima fase já está definido: o anfitrião Canada, no domingo (28), às 16h, em Los Angeles, nos EUA. Passando dos canadenses, pode enfrentar nas oitavas de final o Marrocos, que aguarda o primeiro lugar do grupo F, que pode ser Holanda (mais provável), Japão ou Suécia.
Recorde de africanos na segunda fase
Marrocos foi a primeira seleção africana a se classificarCrédito: Lucas Figueiredo/ CBF
Falando em África do Sul e Marrocos, o continente pode bater o recorde de equipes no mata-mata. Egito, Argélia, Gana, Costa do Marfim e Cabo Verde tem grandes chances de passar para a segunda fase da Copa. O Egito pode ficar em segundo no Grupo G vencendo o Irã. A Argélia precisa vencer a Áustria no grupo J, enquanto Gana tem que ganhar da Croácia no grupo L. Já a Costa do Marfim vai atrás de um empate contra Curaçao no grupo E.
Cabo Verde ganha torcida para se classificar
Quem está em situação mais complicada, mas nem tanto assim, é a sensação Cabo Verde. Se Vozinha repetir o talento contra a Espanha no jogo com a Arábia Saudita e, ainda, torcer para uma vitória dos espanhóis diante dos uruguais, a ilha africana pode passar em segundo ou mesmo como um dos melhores terceiros colocados. Já o Congo, além de vencer o Uzbequistão, tem contar com tropeços de outras equipes, para ser um dos oito melhores terceiros colocados.
Senegal a espera de um milagre
Com uma campanha abaixo do esperado, Senegal depende de uma vitória contra o Iraque, nesta sexta-feira, além de torcer por uma série de resultados na disputa pelo terceiro lugar em outros grupos. Com o aumento de 32 para 48 seleções, abriu-se espaço para a presença recorde de 10 países do continente. Até então, o máximo tinha sido de cinco times na mesma edição.
Rayan ganha pontos
Diante de múltiplas alternativas para preencher o ataque na ausência do lesionado Raphinha da Copa do Mundo, Carlo Ancelotti pôs em campo um adolescente. Rayan, que cumpriu bem o seu papel na vitória por 3 a 0 do Brasil sobre a Escócia. Para o italiano, o garoto "fez um trabalho completo "ofensivo e defensivo".
Carlo, um ítalo‑brasileiro
Após voltar a cantar o hino nacional brasileiro, desta vez antes da partida contra a Escócia pela Copa do Mundo, o técnico Carlo Ancelotti disse que leu as palavras para acertar e demonstrou empenho no aprendizado. O técnico disse ainda que o hino brasileiro é difícil e por isso ele precisou ler.
Gritos homofóbicos
A torcida do México entoou no jogo da Copa do Mundo contra a República Tcheca o grito homofóbico pelo qual seu país já foi sancionado pela Fifa. O grito de "puto" (uma forma pejorativa de se referir aos homossexuais) foi ouvido no primeiro tempo da partida, constataram jornalistas da AFP.
Gol mal anulado
O camisa 7 do Brasil, Vinicius Jr., teve um gol anulado aos 21 minutos do primeiro tempo do confronto contra a Escócia. A decisão, após revisão do VAR (árbitro de vídeo), foi criticada não só por torcedores brasileiros mas também por árbitros. Wallace Valente, Alicio Pena Junior e Luciano Benevides criticaram a intervenção do VAR no lance.
COI solidário
Atletas olímpicos que participarem dos Jogos Olímpicos poderão receber um subsídio de US$ 10 mil (cerca de R$ 52,1 mil), dentro de um novo programa anunciado pelo COI. A entidade diz ter reservado, para isso, um fundo de até US$ 140 milhões por edição dos Jogos.
Fundo dos atletas
O anúncio foi feito pelo ex-jogador espanhol de basquete Pau Gasol, durante a 146ª Sessão do COI em Lausanne, na Suíça. Ele é o presidente da Comissão de Atletas do COI. Os próximos Jogos Olímpicos devem reunir cerca de 11 mil atletas. Caso o COI cumpra sua promessa, o fundo seria suficiente para contemplar todos.
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