Uma noite para lavar a alma e colocar dúvidas na cabeça de Ancelotti. Assim pode ser definida a última partida da Seleção em solo brasileiro antes da Copa do Mundo 2026.
Mais de 72 mil torcedores lotaram o estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, para apoiar a Seleção Brasileira contra a Panamá. E o time correspondeu com um sonoro 6 a 2 na noite deste domingo, 31 de maio.
Foi combinado previamente que poderiam ser feitas 11 alterações ao longo da partida. Por isso, no primeiro tempo, Carlo Ancelotti entrou com o time considerado titular, com Vini Jr., Raphinha e Matheus Cunha no trio de ataque. E não demorou para dar resposta. Logo no primeiro minuto de jogo, Vini Jr. recebeu cara a cara com o goleiro e não perdoou. Brasil 1 a 0 e torcida em festa.
Porém, depois do gol, o Brasil recuou, dando espaço para o Panamá atacar. O adversário subiu com perigo, sempre pelo lado esquerdo do Brasil. A partida de Alex Sandro foi tenebrosa.
Em cobrança de falta, Murillo lançou, a bola desviou na defesa e enganou o goleiro Alisson. Empate do Panamá.
Aos 38, o volante Casemiro marcou o segundo gol brasileiro. E foi isso no primeiro tempo.
Segundo tempo
No segundo tempo, Carlo Ancelotti entrou com os reservas e embalou. Com muito mais mobilidade, Rayan, Endrick, Paquetá, Danilo Santos e Douglas Santos mudaram a partida.
Aos 7 do segundo tempo, o menino Rayan, em sua segunda partida pela Seleção, encobriu o goleiro marcou um verdadeiro golaço.
Sete minutos depois, Paquetá trabalhou com Danilo Santos e fez Brasil 4 a 1.
O jogo ainda teria Igor Thiago fazendo de pênalti e outro de Danilo Santos. O Panamá descontou com um golaço de Harvey. Brasil 6, Panamá 2.
Com gols de xodós dos times Cariocas - Vini Jr. e Paquetá (Flamengo), Rayan (Vasco) e Danilo Santos (Botafogo), os mais de 72 mil torcedores deixaram o Maracanã com um sorriso no rosto e uma mensagem para o time: "Copa do Mundo é guerra!".
Para Ancelotti, além da alegria do resultado, o jogo deve ter trazido muitas dúvidas, já que a escalação considerada reserva encantou mais que os titulares. Na Copa, será a vez de entender se o italiano vai optar pela grife ou pelo esforço.
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