Internacional

Jovem preso na França é suspeito de plano para sequestrar Mbappé

Craque do Real Madrid apareceu na lista como um "alvo muito rico"

Jovem preso na França é suspeito de plano para sequestrar Mbappé
Kylian Mbappé estava na lista de alvos do suposto sequestrador Crédito: Reprodução/Instagram @equipedefrance

Um jovem de 18 anos, preso no dia 21 de agosto por suspeita de participação em um roubo, teria planejado o sequestro do jogador Kylian Mbappé e ataques a outras celebridades.

Segundo o jornal Le Parisien, Clément L foi detido em Nanterre. De acordo com as suspeitas, ele fazia parte de um grupo que realizava assaltos e planejava sequestros. A intenção seria agir contra Mbappé quando o atleta estivesse em Paris.

Além disso, o celular encontrado com o jovem tinha 26 endereços de jogadores e outras celebridades. Um comparsa também foi preso. O atacante do Real Madrid seria listado como um "alvo muito rico".

O assalto a uma relojoaria de luxo, onde os suspeitos deixaram impressões digitais, ajudou a polícia a identificar a dupla.

Mbappé foi o artilheiro da Copa 2026, com dez gols, e se tornou o maior artilheiro de todas as Copas, com 22 gols.

 

Juíza suspende novo decreto de Trump

Juíza suspende novo decreto de Trump
Decreto vetado de Trump visava restringir cidadania americana Crédito: Emily J. Higgins/The White House

Uma juíza federal suspendeu o decreto publicado em agosto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, restringindo novamente o direito à cidadania americana. A medida foi uma tentativa de driblar uma decisão desfavorável da Suprema Corte americana, que decidiu em junho que a Presidência não tem poder para acabar com a cidadania por nascimento por decreto. Deborah Boardman, juíza federal do estado de Maryland, concedeu uma liminar a pedido de defensores dos direitos dos imigrantes.

Mesma magistrada já havia impedido antes

Em 2025, eles haviam obtido decisão da magistrada impedindo o governo Trump de aplicar o decreto derrubado mais tarde pela Suprema Corte. O decreto de agosto, suspenso agora, estipula quatro novas hipóteses dentro das quais a cidadania não será mais conferida. Uma delas retira esse direito de filhos de "inimigos estrangeiros", incluindo membros de uma organização considerada terrorista pelos EUA - caso das facções Comando Vermelho e PCC - restringe uma exceção que já existe na lei americana (e também na brasileira) sobre filhos de diplomatas estrangeiros.

Trump incluiu estrangeiros de embaixadas

Até aqui, só não tinham direito à cidadania os filhos de embaixadores. Agora, o governo Trump incluiu nesse grupo qualquer estrangeiro que trabalhe em embaixadas, consulados ou na ONU. A terceira hipótese nega cidadania a filhos de pessoas que viajam aos EUA com o objetivo exclusivo de dar à luz nos EUA para obter o passaporte para seus bebês e também para quem nasce de uma barriga de aluguel na região.

Advogados acionaram juíza

A quarta hipótese reafirma o princípio, já aplicado, de que pessoas nascidas em territórios americanos não têm direito à cidadania, a não ser quando houver uma lei específica para isso. Depois que Trump assinou esse decreto, advogados responsáveis por uma ação coletiva em nome de bebês que seriam privados da cidadania acionaram Boardman.

Inconstitucional

Eles pediram que a magistrada impedisse a aplicação da medida mais recente do republicano. A juíza atendeu o pedido, dizendo que o decreto mais recente "é quase certamente inconstitucional quando aplicado ao grupo reconhecido na ação, pela simples razão de que a Suprema Corte já decidiu que as crianças desse grupo são cidadãs desde o nascimento".

Aplicando a decisão

A decisão de Deborah Boardman proíbe órgãos como o Departamento de Estado dos Estados Unidos, o Departamento de Segurança Interna e a Administração da Seguridade Social de tomar qualquer medida para interferir na cidadania das crianças abrangidas pela ação coletiva, negá-la ou deixar de reconhecê-la.

Requintes de sadismo

O ministro de Segurança Nacional de Israel, o extremista Itamar Ben-Gvir, publicou um vídeo feito por inteligência artificial comemorando a fome que prisioneiros palestinos passam no sistema prisional israelense, administrado por ele. Ben-Gvir, sob sanções de países como o Reino Unido, o Canadá e a França, recuou e apagou a publicação.

Zombando da fome

O vídeo faz parte da campanha eleitoral do extremista para se reeleger ao Parlamento israelense - ele lidera o partido Poder Judaico, cujos assentos no Knesset são essenciais para manter Binyamin Netanyahu no poder. As imagens de IA mostram supostos terroristas palestinos contentes ao receberem uma condenação, imaginando que terão regalias na prisão.

Denúncias de maus tratos

Em seguida, Ben-Gvir aparece, retirando comida e doces dos presos com um botão. Os terroristas são então conduzidos à prisão como se estivessem em uma linha de montagem, entrando gordos e saindo magros, famintos e em prantos. A prisão do vídeo foi comparada a um campo de concentração nazista. Palestinos presos em Israel denunciam maus tratos há anos.