Os recordes de visitação nos parques nacionais reforçam uma percepção de que a natureza deixou de ser apenas patrimônio ambiental para se consolidar também como ativo econômico. O ICMBio aponta impacto de R$ 20 bilhões no PIB e mais de 330 mil empregos ligados à visitação em áreas protegidas. O movimento aproxima o Brasil de modelos consolidados em países como os EUA, onde parques nacionais são tratados há décadas como motores de desenvolvimento regional. O Brasil ainda pouco monetiza sua biodiversidade.