CORREIO econômico

Indústria e governo discutem regras do mercado de carbono

Indústria e governo discutem regras do mercado de carbono
Encontro faz parte de uma série de reuniões técnicas Crédito: Gilberto Sousa / CNI

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apoiou, na terça-feira (15), o workshop promovido pela Secretaria Extraordinária de Mercado de Carbono, do Ministério da Fazenda, para discutir a regulamentação do mercado de carbono no Brasil. O encontro foi na sede da CNI, em Brasília, e reuniu representantes da indústria de alimentos e bebidas e integrou a agenda de debates técnicos sobre as regras do setor.

A agenda faz parte de uma série de reuniões técnicas voltadas à definição das regras de Monitoramento, Relato e Verificação (MRV) das emissões de gases de efeito estufa e integra o processo de implementação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE).

Durante o evento, representantes do setor de alimentos e bebidas apresentaram ao governo as principais dificuldades para a implementação das regras de MRV


Petrobras tem maior margem de lucro

Petrobras tem maior margem de lucro
De cada US$ 100 em vendas, US$ 29,15 viram resultado Crédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A Petrobras alcançou, no primeiro semestre, a maior margem de lucro em um grupo de grandes petroleiras internacionais, superando gigantes como a saudita Saudi Aramco e as americanas ExxonMobil e Chevron. O dado está em estudo divulgado na quarta pela Federação Única dos Petroleiros, que reúne sindicatos que representam mais de 105 mil trabalhadores da indústria do petróleo. O levantamento é coordenado pelo economista Cloviomar Cararine, do Dieese, instituição de pesquisa ligada ao movimento sindical.

Experiência varejista vira tema de livro

A trajetória de Genival de Souza Beserra, fundador da Academia Brasileira de Supermercados (ABS) e presidente do Conselho Diretor da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ), virou livro. Na próxima segunda-feira (21), será lançada, no Hotel Radisson Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a obra "Além das Gôndolas - O Lendário do Setor Supermercadista Genival de Souza Beserra", que contará os 55 anos de experiência do varejista e as mais diversas transformações do mercado brasileiro.

Prêmio Sebrae de Economia: inscrições até dia 30

A primeira edição do Prêmio Sebrae de Economia dos Pequenos Negócios está com inscrições abertas até o dia 30 de setembro. Podem se inscrever pesquisadores, professores e estudantes de pós-graduação em Economia ou áreas correlatas. Os valores da premiação, isentos de impostos, serão distribuídos: O primeiro lugar receberá R$ 15 mil; o segundo, R$ 10 mil; e o terceiro, R$ 5 mil.

IBC‑BR recua 0,2% I

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), indicador usado para acompanhar a evolução da economia brasileira, recuou 0,2% em julho de 2026 na comparação com junho, informou o Banco Central do Brasil.

Já na comparação com julho do ano passado, o indicador apresentou crescimento de 1,1%.

IBC‑BR recua 0,2% II

A queda observada em julho foi o segundo resultado negativo consecutivo. O resultado foi calculado tendo por base a série dessazonalizada - de forma a eliminar efeitos típicos de determinadas épocas do ano. De acordo com o BC, o desempenho foi influenciado principalmente pela agropecuária, que caiu 1,2% no mês.

Safra de grãos 2026/27 I

A produção brasileira de grãos na safra 2026/27 pode chegar a 366,6 milhões de toneladas. O resultado projetado reflete uma maior área semeada, prevista em 85,3 milhões de hectares, o que compensa a ligeira perda esperada na produtividade média nacional, que deve sair de 4.335 quilos por hectares em 2025/26 para 4.296 kg/ha em 2026/27.

Safra de grãos 2026/27 II

Os dados estão na 14ª edição das Perspectivas para a Agropecuária, publicada na terça (15) pela Companhia Nacional de Abastecimento em parceria com o Banco do Brasil. O documento traz a contribuição da agricultura e da pecuária para a regularidade do abastecimento interno e para a oferta de alimentos em condições adequadas.

Produção de carnes I

A produção de carnes bovina, suína e de aves deverá atingir 34,08 milhões de toneladas em 2026, registrando um crescimento de 2% em relação ao volume obtido em 2025. A tendência de alta também é projetada para 2027, quando a soma das três principais proteínas produzidas é estimada em 34,26 milhões de toneladas.

Produção de carnes II

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (15) pela Companhia durante o evento Perspectivas para a Agropecuária Safra 2026/27.

O bom desempenho projetado contribui para manter a estabilidade na disponibilidade interna do total de carnes no país, registrando um volume em torno de 22 milhões de toneladas.