IBC‑Br recuou 0,6% no mês de junho, diz Banco Central
18 de agosto de 202600:03Redação
No acumulado de 12 meses, índice acumula alta de 1,5%Crédito: Reprodução/ Governo do estado de Goiás
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) recuou 0,6% em junho na comparação com maio de 2026, considerando os dados dessazonalizados. Nos 12 meses encerrados em junho, o indicador acumula alta de 1,5%.
Na comparação trimestral, o crescimento do IBC-Br ficou em 0,2%. Tendo como referência o mês de junho de 2025, o indicador apresentou crescimento de 2,4%. No acumulado do ano até junho, a alta é 1,5%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central (BC).
O IBC-Br é um indicador complementar ao Produto Interno Bruto - PIB, a soma de todos bens e serviços produzidos no país. O índice é usado para acompanhar a evolução da atividade econômica do país com maior frequência. Por isso, é considerado uma prévia do desempenho da economia do país.
Nova regra para calcular o Simples Nacional
Regime de caixa vai deixar de ser utilizadoCrédito: Marcello Casal JrAgência Brasil
O Comitê Gestor do Simples Nacional aprovou novas alterações na regulamentação do Simples Nacional que visam adequar o regime às mudanças introduzidas pela Reforma Tributária do Consumo e disciplinar a incorporação do IBS e da CBS. Uma mudança relevante é a extinção do regime de caixa para fins de determinação da base de cálculo mensal do Simples Nacional. Pelas regras atuais, as microempresas e empresas de pequeno porte podem optar pelo reconhecimento das receitas pelo regime de caixa.
Tesouro pagou R$ 152,46 milhões em dívidas
A União pagou, em julho, R$ 152,46 milhões em dívidas de estados e municípios, na condição de garantidora de operações de crédito contratadas pelos entes subnacionais. Com isso, o valor desembolsado pelo Tesouro Nacional para cobrir parcelas não quitadas pelos devedores chegou a R$ 3,05 bilhões no acumulado de 2026. É o que mostra o Relatório Mensal de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito e Recuperação de Contragarantias (RMGH), divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Tesouro Nacional.
Estados em Regime de Recuperação Fiscal
Segundo o relatório, desde 2016 a União desembolsou R$ 89,58 bi para honrar garantias em operações de crédito de estados e municípios. Também recuperou R$ 6,06 bi por meio da execução de contragarantias. Apenas em julho, foram recuperados R$ 5,13 milhões. O Tesouro Nacional informou que o principal fator para o baixo volume é a participação de diversos estados no Regime de Recuperação Fiscal.
Aplicativo desativado I
O aplicativo do Tesouro Direto foi desativado na segunda-feira (17). Segundo o Ministério da Fazenda, a mudança faz parte do processo de desenvolvimento de uma nova experiência para os investidores, que será apresentada futuramente. A desativação do aplicativo não altera os investimentos já feitos pelos participantes do programa.
Aplicativo desativado II
Títulos adquiridos, valores aplicados, rentabilidade e demais informações permanecem preservados. A partir de agora, os investidores devem acessar os serviços do programa por meio do Portal do Investidor, disponível no site oficial do Tesouro Direto, ou pelo aplicativo da instituição financeira onde mantêm a conta de investimentos.
Abono salarial
Os trabalhadores nascidos em novembro e dezembro que ganharam até R$ 2.766 por mês com carteira assinada em 2024 começam a receber nesta segunda-feira (17) o último lote do abono salarial de 2026. Serão liberados R$ 5,2 bilhões para cerca de 4,1 milhões de beneficiários. O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621.
'Bens Imóveis'
Nesta terça (18), acontecerá o 13º módulo do curso Reforma Tributária do Consumo, com o tema "Bens Imóveis". Terá início às 9h e irá até as 12h. A transmissão ao vivo poderá ser acompanhada pelo canal do Conselho Federal de Contabilidade no YouTube. O evento presencial acontece na sede do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo.
PIB desacelerou I
A economia brasileira recuou 1,1% na passagem de maio para junho, indicou nesta segunda-feira (17) uma das principais prévias da economia brasileira, o Monitor do PIB, produzido pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Apesar da queda no sexto mês do ano, o segundo trimestre apresentou crescimento de 0,3%, puxado pelo consumo.
PIB desacelerou II
Com o resultado, o desempenho positivo no acumulado de 12 meses é de 1,8%. O estudo mensal é elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia da FGV, que faz estimativas sobre o comportamento do PIB, indicador do conjunto de todos os bens e serviços produzidos, com base em dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária.
Receba as principais notícias do dia
Cadastre-se gratuitamente e fique por dentro de tudo que acontece no Brasil e no mundo.
Ao se inscrever, você concorda em receber nossa curadoria editorial por e-mail e aceita a nossa
Política de Privacidade.