A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) recebeu, nesta segunda-feira (17/08), o Encontro com os Órgãos de Controle, com a participação da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), do Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU), para fortalecer o diálogo entre o setor produtivo e os órgãos fiscalizadores, assim como apresentar a atuação do Sistema FIEC no Ceará. O evento acontece juntamente à 12ª Reunião da Rede de Relacionamento de Controle Interno.
Liderado pelo Presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, o encontro contou com a presença do Auditor Federal do TCU, Alessandro Philadelpho; do Superintendente da Controladoria Regional da União no Ceará, Luiz Fernando Menescal; do Diretor Jurídico da CNI, Alexandre Vitorino; do 1º Vice-presidente da FIEC, Carlos Prado; da Superintendente do IEL/DN, Sarah Saldanha; do Superintendente de Dados e Gestão do SESI/DN e SENAI/DN, Felipe Morgado; do Superintendente de Negócios Jurídicos e Controle Externo da CNI, Carlos Henrique Caldeira Jardim; da Superintendente do IEL Ceará e Líder da Transformação Digital da FIEC, Dana Nunes; do Superintendente do SESI Ceará e Diretor Regional do SENAI Ceará, Paulo André Holanda; da Gerente Jurídica da FIEC, Natali Camarão; além de diretores e gestores da FIEC e outros representantes da CNI, do TCU e da CGU.
"Receber o Encontro com os Órgãos de Controle é uma oportunidade de mostrar a dimensão e a relevância do trabalho que a FIEC realiza no Ceará. Queremos fortalecer canais permanentes de diálogo com essas instituições, porque a transparência, a cooperação e a segurança jurídica são fundamentais para promover um ambiente cada vez mais favorável ao desenvolvimento", destacou Ricardo Cavalcante.
Durante a abertura do encontro, o Presidente da FIEC apresentou um panorama do cenário econômico cearense e da atividade industrial, enfatizando investimentos nas áreas de energias renováveis e tecnologia. Segundo ele, o Ceará se posiciona cada vez mais como destino estratégico para a implantação de negócios como data centers e indústrias de energia solar, eólica, baterias e de hidrogênio verde. Nesse contexto, as ações de qualificação profissional e inovação promovidas pela Federação têm transformado esse potencial em desenvolvimento econômico e social para o Estado.
Representando a CNI, Alexandre Vitorino afirma que a estratégia de diálogo e cooperação entre órgãos de controle e instituições industriais permite aprimorar o desempenho do setor produtivo.
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