Nem só de carros elétricos vive a invasão chinesa no Brasil. O consagrado gaitista José Staneck, por exemplo, já se bandeou para a East Top, a novidade oriental que tomou de assalto o mercado brasileiro.
"Os instrumentos chineses melhoraram muito. A relação custo-benefício é excelente. Boa durabilidade, boa tocabilidade e preços muito em conta", pontua o músico.
Tradicionalmente, os intrumentos de orgiem alemã e japonesa dominam o mercado local através de marcas como a Hohner, C. A. Seydel Söhne, Suzuki e Tombo.
O modelo de gaita adotado por Staneck tem o corpo de titânio e faz frente aos tradicionais produtos alemães e japoneses que chegam ao Brasil muito caros. É o Dragão Vermelho ocupando espaços pelo mundo...
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