Este colunista é citado em um trecho do livro "O Tesoureiro: o esquema de corrupção, a fuga espetacular e a morte de PC Farias"´, do jornalista Xico Sá. Citado numa situação que de certa forma entrou para o folclore do jornalismo. Eu trabalhava então no jornal Zero Hora, de Porto Alegre, e Xico Sá na Folha de S. Paulo. E estávamos ambos em Maceió para cobrir o assassinato de Paulo Cesar Farias, a famoso tesoureiro de Fernando Collor, figura central da investigação que levou ao seu processo de impeachment. No velório de PC, foi impossível esconder quando todos os presentes viram eu me aproximar do caixão do ex-tesoureiro de Collor. E começar a examiná-lo de uma forma meio bizarra. Na verdade, eu cumpria uma pauta. Os editores do jornal desconfiavam que PC Farias pudesse ter forjado o seu assassinato. E queriam que eu verificasse se era ele mesmo o cadáver.
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