Um grande constrangimento na área da medicina. Um dos mais articulados integrantes da Academia Nacional de Medicina assistiu o curso de medicina da instituição superior que preside ser penalizado pelo Ministério da Educação (MEC) por baixo desempenho dos seus graduandos.
A Universidade Castelo Branco (Realengo), cujo reitor e CEO é o Monsenhor Aníbal Gil Lopes, um sacerdote da Arquidiocese do Rio de Janeiro, teve uma readequação específica nos parâmetros do curso de Medicina feita pelo próprio MEC, que determinou uma redução técnica do número de vagas anuais de 120 para 90 vagas.
Essa redução foi feita para alinhar rigorosamente a quantidade de alunos ingressantes com a capacidade dos laboratórios e a rede de convênios de hospitais/ambulatórios parceiros da região.
O MEC está de olho em universidades que promovem cursos por razões financeiras ao invés de formar bons médicos. O constrangimento acadêmico é pela sensação de que um dos seus pares está sendo punido por descuidar da qualidade do ensino, que deveria ser exemplar.
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