A política viveu dias de Guerra Santa. O candidato do PT colocou a Padroeira do Brasil no meio de uma confusão eleitoral, criando um factoide que queriam "desaparecer com a Padroeira do Brasil". Troca de ofensas de lado, chegou o dia de Nossa Senhora da Aparecida. No dia 12 de outubro ocorreu o milagre. Em Brasília, o candidato Flávio Bolsonaro foi acompanhado do seu vice Alfredo Gaspar e de Daniella Marques à Catedral para a missa em homenagem à santa. No Alvorada, Lula recebeu ministros depois de uma missa na capela do Palácio celebrada por um padre jesuíta; e o vice Geraldo Alckmin, ligado a Opus Dei, foi assistir missa na Basílica de Aparecida, que fica a 32 kms da sua cidade de origem, Pindamonhangaba. Todos aos pés da nossa Santa Padroeira.
Em tempo: Se Bolsonaro usasse a capela do Alvorada para um ato político, receberia linchamento da mídia e do PT e seria chamado de pecador. O golpe petista foi usar a religiosidade para atingir o adversário. O tiro saiu pela culatra. Flávio na Catedral, Alckmin na Basílica e Lula em uma capelinha cheio de seguranças? Por que ele não foi a uma Catedral ou um templo católico aberto e com povo?
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