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Coluna Magnavita | Toneladas de urânio brasileiro para enriquecimento na Rússia ganham lupa dos Estados Unidos

Coluna Magnavita | Toneladas de urânio brasileiro para enriquecimento na Rússia ganham lupa dos Estados Unidos
Fábrica de combustível nuclear da INB, em Resende Crédito: Arquivo/INB

Em plena Guerra Rússia e Ucrânia e com o país de Putin como principal aliado do Irã, a Indústrias Nucleares do Brasil (INB) pretende enviar toneladas de urânio de sua mina em Caetité para enriquecimento na Rússia. Tudo rastreado para evitar surpresas.

O envio de urânio brasileiro para ser enriquecido na Rússia faz parte de um grande acordo estratégico firmado pela INB com a Rosatom (a estatal nuclear russa), por meio de sua subsidiária Internexco GmbH.

A parceria visa processar o minério extraído em território nacional para abastecer a central nuclear de Angra dos Reis. Recentemente, em junho de 2026, as duas partes assinaram um termo complementar que aumentou em 25% o volume de processamento desse urânio. Está aproximação entre o Brasil e a Rússia em uma área tão sensível está na mira e lupa do governo dos Estados Unidos.