O vice-presidente Geraldo Alckmin terá, neste segundo mandato, no caso da reeleição de Lula, um protagonismo ainda muito maior do que antes. Ele já é visto como o sucessor natural para a eleição de 2030, pela própria ausência de quadros na esquerda e, especialmente, no PT. Alckmin tem construído a imagem de quem pode acabar com a polarização no país e conta com a simpatia da classe empresarial.
A sua fala e os aplausos que recebeu no Copacabana Palace, no Rio, na solenidade de posse de Antônio Queiroz, na Fecomércio RJ, nesta quinta, 23, traduz a sintonia com as forças produtivas do país.
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