O início das comemorações dos 125 anos do Correio da Manhã ganhou uma mensagem do presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio e governador em exercício, desembargador Ricardo Couto de Castro, que muito nos sensibilizou.
Diz o texto: “Parabenizo o jornal Correio da Manhã pelo seu aniversário de 125 anos. Trata-se de um marco de notável longevidade na mídia brasileira, cuja trajetória confunde-se com a própria crônica política, jurídica e social do país ao longo de mais de um século.
Desde a sua criação, o Correio da Manhã registrou episódios decisivos da história nacional, servindo como espaço para o debate de grandes correntes de pensamento e movimentos civis que moldaram as instituições do país. Seu acervo constitui, hoje, um patrimônio fundamental para a preservação da memória coletiva e para a compreensão das transformações do Brasil
Celebrar esta data signi ca reconhecer a importância do registro documental e do jornalismo profissional na sustentação do debate público e no fortalecimento do ambiente democrático. Saúdo a direção, os profissionais e os leitores por este marco histórico”.
Fundado pelo advogado Edmundo Bittencourt, em 15 de junho de 1901, o Correio da Manhã sempre dedicou uma atenção especial ao judiciário brasileiro, tradição retomada com a volta do jornal, em 2019.
Diariamente, a edição em PDF do Correio da Manhã é enviada por e-mail para todos os advogados da OAB-RJ. São 220 mil leitores privilegiados pelo convênio entre a entidade e o jornal, democratizando a informação.
A cobertura privilegiada do judiciário estadual é reconhecida pelo TJRJ. A gestão dos presidentes Claudio de Melo Tavares, Henrique Figueiras, Ricardo Cardozo e agora Ricardo Couto sempre teve uma cobertura ampliada, diferente de outros veículos. As posses de novos desembargadores ganham registros na primeira página e uma cobertura completa da coluna Magnavita.
Valorizar o judiciário está no DNA do nosso veículo. Em 2025, o publisher do Correio da Manhã foi um dos raros jornalistas homenageados com o Colar do Mérito do Judiciário.
Uma das pautas que foi transformada em missão foi a defesa da remuneração justa da magistratura, tendo o jornal abolido, em editorial, o uso de uma expressão pejorativa que passou ser usada pela imprensa para nominar, injustamente, direitos adquiridos e, muitas vezes, chancelados pelo Conselho Nacional de Justiça - CNJ. A interrupção destes direitos causou um trauma à magistratura brasileira e o Correio da Manhã, de forma corajosa, se colocou em defesa destes direitos.
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