O Ministério Público está exigindo do Consórcio Bilhete Digital (CBD), responsável pela operação do Jaé, mais transparência na operação da bilhetagem da Prefeitura do Rio. Após inúmeras denúncias, a 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Consumidor entrou com ação para obrigar a concessionária a informar aos passageiros, no momento do embarque em um transporte municipal, o valor debitado e o saldo disponível no cartão. Atualmente, segundo o MP, não há informações confirmadas se houve cobrança, qual foi o valor descontado e quanto resta de saldo. A Promotoria já considerou insuficiente a possibilidade de consulta pelo aplicativo e solicitou a condenação da empresa ao pagamento de indenização por danos materiais aos consumidores e por danos morais coletivo.
Ministério Público cobra transparência ao Jaé
Caixa-preta
Mesmo longe de conquistar a confiança da população carioca, o Consórcio Bilhete Digital continua com o prestígio em alta na Prefeitura do Rio. Sem chamar a atenção, a empresa responsável pela bilhetagem eletrônica do transporte municipal conseguiu mais uma regalia da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR).
'Reequilíbrio do contrato'
Nos bastidores do poder municipal, o comentário é sobre um acordo fechado entre a Prefeitura do Rio e a concessionária para o reequilíbrio do contrato. Isso, somente um ano após o início da operação exclusiva do novo sistema na capital fluminense. Entretanto, os valores e as condições estabelecidas permanecem desconhecidas e mantidas sob sigilo. Cadê a transparência tão cobrada em passado recente pelo Executivo municipal?
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