As embaixadas de Guatemala, El Salvador e Honduras reuniram, nesta quarta-feira (23), diplomatas, autoridades brasileiras e convidados para celebrar, em Brasília, os 205 anos da Independência da América Central. A recepção ocorreu na Embaixada da Guatemala. "O Brasil sempre esteve ao lado dos países centro-americanos, mesmo nos momentos mais difíceis", afirmou Gisela Padovan, secretária de América Latina e Caribe do Itamaraty. O encontro combinou memória histórica, integração regional e uma agenda de aproximação com o Brasil. O vice-presidente do Correio da Manhã, Paulo Cappelli, e o diretor-geral do grupo em Brasília, Sérgio Nery, estiveram presentes.
Diplomacia celebra marco de independência de países da América Central com evento em Brasília
El Salvador e Brasil em ano simbólico
El Salvador chegou à celebração com um marco no horizonte: em novembro, Brasil e o país centro-americano completam 120 anos de relações diplomáticas. Turismo, segurança e investimentos estão entre os segmentos de interesse na aproximação bilateral. "Precisamos transformar a proximidade geográfica em força econômica", disse o embaixador Luis Alberto Aparicio Bermúdez, que recentemente recebeu a direção do Correio da Manhã em Brasília.
Guatemala e Honduras estreitam laços com país
Anfitrião da recepção, o embaixador da Guatemala, Alfredo Vásquez Rivera, recebeu diplomatas e autoridades. Honduras participou com a embaixadora Kay Elizabeth Gaek, que assumiu a missão neste ano. "As relações do Brasil hoje são muito vigorosas. O intercâmbio comercial do Brasil com esses países chega a US$ 2 bilhões", afirmou Gisela Padovan, secretária de América Latina e Caribe do Itamaraty. A agenda abre espaço para cooperação, comércio, turismo e diálogo político.
Uma independência, cinco países
Em 15 de setembro de 1821, a América Central iniciou o processo de separação da Espanha, marco histórico compartilhado por Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua e Costa Rica. "Nossos antepassados tiveram a coragem de imaginar uma América Central livre", afirmou o embaixador de El Salvador, Luis Alberto Aparicio Bermúdez. Mais de dois séculos depois, a data permanece como símbolo de uma história comum e da integração regional.
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