A tropa de choque em defesa do secretário de Defesa Civil e comandante Tarciso Salles tem nome e CPF, deixando marcas a cada tentativa de defender a permanência do coronel no cargo após uma enxurrada de denúncias na imprensa. O primeiro passo foi construir uma narrativa junto ao governador Ricardo Couto que evitasse uma exoneração sumária, já que o governo estadual prega a tolerância a irregularidades. O argumento usado é que trata-se de uma briga interna entre forças da corporação querendo ocupar o comando. Argumento pífio, já que o habilidoso Tarciso promoveu um alinhamento desta correntes com a distribuição de cargos, preservação de contratos e agendas dos ex-comandante.
Menu