O convênio que previa a implementação de um Sistema de Monitoramento Metropolitano de Desastres Naturais do Estado do Rio de Janeiro estava prestes a ser celebrado entre o Instituto Rio Metrópole, presidido por Davi Perini Ribeiro, o Didê, atualmente preso no Complexo de Bangu; e a Secretaria de Estado de Defesa Civil, comandada pelo coronel Tarciso Antônio de Salles Junior. Pelo acordo, caberia à SEDC o repasse de R$ 25 milhões ao IRM, que passaria a ser responsável pelas licitações, contratações de pessoal, viabilização de visitas técnicas, aquisição de equipamentos, montagem de salas de monitoramento e execução de obras, entre outras despesas.
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