Brasilianas

Setor empresarial reage à nova escala de trabalho

Setor empresarial reage à nova escala de trabalho

A CNC avalia que a implementação da Emenda Constitucional exigirá regulamentação detalhada para garantir segurança jurídica, previsibilidade e condições adequadas de adaptação.No DF, o Sindiatacadista-DF destaca que o atacado opera com margens de um dígito e que a reorganização das equipes, a adequação logística e a revisão dos contratos exigirão planejamento para evitar impactos sobre o abastecimento do varejo. Já a Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços (Febrac), que representa os setores de asseio, conservação e serviços terceirizados, alerta para riscos à continuidade de operações essenciais em hospitais, escolas, órgãos públicos, indústrias e centros comerciais. A entidade considera que o curto prazo de transição exige redistribuição de horários, avaliação da compatibilidade da escala 12×36, revisão de contratos e planejamento financeiro para absorver os novos custos. As entidades defendem diálogo entre governo, trabalhadores e empresas para assegurar adaptação responsável, preservação dos empregos e manutenção das atividades.