Um caso emblemático que culminou em uma denúncia no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) foi a morte de Isadora Cardoso, de oito anos de idade, em dezembro de 2025, que acendeu o debate sobre a precarização da saúde no município e trouxe à tona a demora e a falta da unidade na localidade de Lumiar, onde residia a criança. Na ocasião, a menina morreu após ser atendida duas vezes na UPA de Conselheiro Paulino.
Correio da Manhã
Serrano
Morte de criança expôs demora