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Estagiário é demitido da Defensoria Pública por gravar conteúdo sexual no prédio da instituição em Nova Iguaçu

Nas imagens, publicadas em rede social, ele aparece nu e usando somente crachá funcional enquanto praticava ato sexual. Entidade também acionou o Ministério Público do Rio (MPRJ)

Por Adriano Araújo

Caso aconteceu no edifício da Defensoria Pública de Nova Iguaçu. Na foto, sede da instituição, no Centro do Rio

Um estagiário da Defensoria Pública do Rio de Janeiro foi demitido, nesta quinta-feira (29), por gravar vídeos com conteúdo sexual no prédio da instituição em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Nas imagens, publicadas em rede social, ele aparece totalmente nu e usando apenas o crachá da Defensoria enquanto praticava ato de cunho sexual. 

O estagiário e autor das imagens se apresenta como criador de conteúdo adulto. "A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro repudia veementemente o episódio ocorrido em suas dependências, envolvendo a prática de um ato libidinoso registrado e divulgado na internet", afirma o posicionamento.

A Defensoria, assim que soube do episódio, demitiu o colaborador. "O estagiário envolvido foi imediatamente desligado e todas as medidas legais cabíveis serão adotadas. Trata-se de uma conduta inaceitável e incompatível com os valores da instituição", diz a nota.

O texto conclui dizendo que "ética, respeito, integridade e responsabilidade são regramentos internos e princípios inegociáveis".

Os documentos referentes aos fatos foram encaminhados ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), para a apuração dos eventuais delitos praticados.

O caso foi registrado pela Defensoria na 52ª DP (Nova Iguaçu), que investiga o caso como ato obsceno e uso indevido de selo ou sinal público. A delegacia faz diligências para apurar os fatos.