Leandro Grass promete fortalecer educação e ampliar escolas integrais no DF

Em sabatina ao Correio da Manhã, candidato ao GDF defendeu valorização dos professores e afirmou estar otimista com as eleições

Por Isabel Dourado

Leandro Grass participou de sabatina promovida pelo Correio da Manhã

O candidato ao Governo do Distrito Federal, Leandro Grass (PT), afirmou, durante sabatina realizada pelo Correio da Manhã nesta quinta-feira (10), estar otimista quanto à possibilidade de vencer as eleições no DF. Segundo ele, sua candidatura, ao lado da candidata a vice-governadora, Dora Gomes (PV), representa uma nova oportunidade para a população de Brasília escolher um governo com projeto e planejamento para a capital.

“Estou me apresentando novamente à população porque nós temos um projeto. Minha estratégia é mostrar a diferença do meu projeto, o projeto da Celina, do próprio Arruda e de outros. A gente está, nesse momento, com uma grande oportunidade de mudar a história de Brasília. Brasília tem que sair das páginas policiais. Brasília não pode ter a pior educação pública do Brasil.”

Fortalecer a educação

Leandro Grass criticou a gestão Ibaneis-Celina na área da educação. Segundo o candidato, não houve um projeto e a educação ficou “às moscas”. Ele prometeu ampliar os investimentos na área e afirmou que há recursos federais para isso, como os provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. O candidato também se comprometeu a ampliar a oferta de escolas em tempo integral, fortalecer a educação especial, e expandir o atendimento às crianças atípicas.

“A minha meta é conseguir pelo menos sete creches até o final do governo. Tem recurso do FNDE. A gente vai implementar a escola integral, capacitar professores, levar projetos para dentro das escolas. Nós vamos fortalecer a educação especial, ampliar monitores e educadores sociais, para atender crianças atípicas.”

O candidato petista também defendeu melhores condições de trabalho e de remuneração para os educadores do Distrito Federal. “Educação não acontece se você não valorizar quem trabalha na educação. E não acontece se você não tiver a mínima condição para realizar o seu trabalho. Hoje, o professor do DF, ele tem um dos piores salários do Brasil e um dos piores salários do GDF.”