A Justiça do Paraná homologou a guarda definitiva de uma criança indígena acolhida por um casal da Terra Indígena de Mangueirinha (PR) após a morte da mãe no parto. A decisão considerou as regras do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e os protocolos dos povos Kaingang e Guarani para preservar vínculos culturais e comunitários. A família biológica rejeitou o recém-nascido.
Correio da Manhã
Sul
PR: Justiça decide adoção de indígena