Ação impede celulares em presídios gaúchos

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A atuação da Polícia Penal evitou, ao longo de 2025, a inserção de quantidade expressiva de materiais ilícitos nas unidades prisionais do Rio Grande do Sul. Considerando as apreensões em ações extramuros, como rondas externas e a antecipação do lançamento manual ou com o uso de drones por sobre as muralhas, os números do Departamento de Segurança e Execução Penal (DSEP) apontam aumento no recolhimento de todos os tipos de produtos durante o ano.

Os servidores penitenciários evitaram a entrada de 2,9 mil aparelhos celulares no sistema prisional.

No ano anterior, houve a apreensão de 2.667 aparelhos, o que representa um aumento de 8,5%.

Quanto aos chips para celulares, o crescimento percentual de peças capturadas é ainda mais significativo: 67%, passando de 1.101 em 2024 para 1.836 em 2025.

O levantamento refere-se a ações de policiamento preventivo externo às unidades, não incluindo as extrações realizadas em revistas gerais nas galerias, as revistas pontuais nas celas ou o cumprimento de mandados de busca e apreensão.

"São números que demonstram a capacidade técnica dos nossos servidores e a atuação firme contra o crime organizado", avalia o o secretário de Sistemas Penal e Socioeducativo, Jorge Pozzobom.

"É uma contribuição fundamental para o trabalho integrado com a segurança pública e para a melhoria nos índices de diversas áreas, resultado das políticas implementadas pelo governo Eduardo Leite".