Estado de SP envia auxílio a famílias afetadas em Sumaré
Kits de higiene, limpeza, água e alimentos atendem a famílias após alagamentos
Sumaré recebeu ajuda humanitária do Governo de São Paulo para atender famílias afetadas por alagamentos. A Prefeitura retirou os materiais na terça-feira (27).
Foram destinadas ao município 50 cestas básicas, 230 kits de higiene, 230 kits de limpeza e 1.120 litros de água mineral. Também foram encaminhadas três caixas de roupas masculinas, femininas e infantis, além de ração para cães e gatos. Os itens buscam atender às necessidades das famílias atingidas pelas chuvas.
A ação integra a mobilização estadual de assistência a municípios afetados por eventos climáticos. Além de Sumaré, Jaú recebeu ajuda. Os dois municípios foram contemplados com 150 cestas básicas, quantidade que, segundo o Governo do Estado, pode beneficiar até 600 pessoas. Jaú recebeu 100 cestas básicas, 100 kits de higiene, 100 kits de limpeza, 1.120 litros de água e ração. Na cidade, as chuvas provocaram alagamentos e o transbordamento do rio Jaú.
O Cepagri da Unicamp prevê continuidade da instabilidade na região. Para esta quinta-feira (29), a previsão é de céu nublado a encoberto, com chuva a qualquer momento e possibilidade de pancadas fortes, principalmente à tarde e à noite. Os acumulados podem provocar alagamentos, enxurradas e transbordamento de córregos. Também há possibilidade de tempestades com raios.
A primeira-dama do Estado e presidente do Fundo Social, Cristiane Freitas, destacou a importância da atuação conjunta em emergências. "Em uma emergência, cada minuto conta. Trabalhamos junto com a Defesa Civil e as prefeituras para que o essencial chegue rápido às famílias", afirmou.
O Cepagri recomenda buscar abrigo ao ouvir trovoadas, evitar árvores e estruturas pouco resistentes e não atravessar áreas alagadas. A previsão indica que a instabilidade deve continuar nos próximos dias, com pancadas e temporais a partir da tarde.
A primavera marca a retomada das chuvas, mas o El Niño pode influenciar esse cenário. Segundo o Cepagri/Unicamp, setembro acumulou 309,9 milímetros em Campinas, cerca de cinco vezes a média histórica. A instituição ressalta, porém, que nem todos os temporais podem ser atribuídos diretamente ao fenômeno.