Mau cheiro de ETEs e aterro gera reclamações em Paulínia e Hortolândia

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Sabesp adota medidas após queixas de moradores da região

Moradores de Paulínia e Hortolândia, têm relatado incômodo causado pelo mau cheiro proveniente de estações de tratamento de esgoto operadas pela Sabesp. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) informou que já aplicou multa à Sabesp e determinou a correção das irregularidades apontadas.

Paulínia

Em Paulínia, a Sabesp informou, por meio de nota, que investiu R$ 54 milhões na construção de uma nova estação de tratamento de esgoto ao lado da unidade atual. Segundo a companhia, os resíduos passarão a ser tratados em uma estrutura coberta, com o objetivo de reduzir a emissão de odores.

Além da ETE, moradores também reclamam do forte cheiro vindo de um aterro sanitário pertencente a uma empresa privada. A Prefeitura de Paulínia informou que a fiscalização do caso é de responsabilidade da Cetesb. Procurado, o órgão ambiental afirmou que realizará nova vistoria no local e adotará as medidas cabíveis. A empresa responsável pelo aterro, declarou que não há mau cheiro no local e afirmou que a unidade está em conformidade com todas as licenças.

Monitoramento

Em Hortolândia, a Prefeitura intensificou o monitoramento da Estação de Tratamento de Esgoto operada pela Sabesp. Na segunda-feira (12), equipes municipais realizaram mais uma visita técnica à unidade como parte das ações de fiscalização.

Durante o encontro, foi anunciada uma nova reunião pública de atualização e prestação de contas, marcada para sexta-feira (23), no Salão Paroquial Dom Bruno Gamberini, na Vila Real. A reunião vai tratar das medidas em andamento e do projeto de construção da nova ETE.

"Continuamos cobrando e fiscalizando os serviços que acontecem para devolver o bem-estar à população que mora no entorno da estação", afirmou o prefeito.