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Embaixadora do Flag Football fala da importância da NFL no esporte

Gabriela Bankhardt participou do evento "NFL & NO MORE" no Rio

Por PEDRO SOBREIRO

Gabi Bank (ao lado da ex-jogadora de vôlei Fabi) falou sobre o Flag Football

Na manhã desta quinta-feira (24), a National League Football (NFL), em parceria com a OAB-RJ e o movimento NO MORE, realizou o fórum 'NFL & NO MORE: O Impacto das Mulheres no Esporte' na sede da Ordem dos Advogados do Brasil. Mediado pela jornalista Mariana Spinelli, o evento reuniu autoridades do esporte, ex-atletas, atletas e treinadoras e mais para discutir o futebol americano e o Flag Football como ferramentas de inclusão das mulheres não só no meio esportivo, mas na sociedade em geral.

Ao longo da manhã, a embaixadora da NFL no Brasil e embaixadora global do Flag Football, Gabriela Bankhardt falou sobre a importância do apoio da NFL ao Flag Football no Brasil.

— Grande parte dessa iniciativa em relação ao Flag Football também é sobre incluir as mulheres no esporte, né? E justamente o futebol americano, que às vezes é um ambiente tão masculino. A gente tem toda aquela questão do tackle, da força e tudo mais, e o flag acaba vindo como uma modalidade extremamente democrática, tanto para meninos quanto para meninas, mas principalmente para a mulher. E eu falo que a gente tem uma identidade feminina muito bacana aqui no Brasil, mas não só no Brasil. Se a gente olhar no flag como um todo, ele é extremamente feminino. Então, as mulheres foram pioneiras no esporte, elas galgaram lugares super nobres, e essa é uma identidade muito bonita que o flag tem, uma raiz histórica que a gente não pode esquecer — disse Gabi Bank.

Para ela, apoiar o Flag Football é um forma de empoderar meninas e mulheres de todas as idades.

— É importante termos eventos como esse, porque a gente pode debater o que realmente importa. Como é que a gente traz mais meninas para jogar? Como é que a gente fortalece essa base? Como é que a gente empodera para que elas continuem, né? Porque eu também sou treinadora de uma categoria de base e, obviamente, cada time tem as suas peculiaridades, mas como é difícil a gente já começar tão cedo com meninas, né? Como é difícil a gente mantê-las no esporte, principalmente nessa idade dos 13, 14, 15 anos, acho que são tantas coisas, assim, que a gente vê. E justamente iniciativas como essa, para que a gente possa pensar o que que a gente tá fazendo aqui para trazer cada vez mais essas meninas, né? Pra gente realmente atuar lá na base do esporte e ver como é que a gente mantém elas ou como é que a gente cativa para que elas continuem, porque é um desafio, né? A gente entende que tem essa evasão do esporte, mas iniciativas como essa ou próprias iniciativas como os projetos NFL Flag, são formas de incentivar e fazer com que mais meninas pratiquem o esporte - concluiu.