Semana do Motociclista começa em Campinas com blitz e debate técnico
Programação da Emdec inclui ações educativas, workshop prático e simulado de acidente até 2 de agosto
A Prefeitura de Campinas, por meio da Emdec, realiza entre 27 de julho e 2 de agosto a Semana do Motociclista, em celebração ao Dia Nacional do Motociclista. É o segundo ano em que a cidade promove a programação, voltada à educação para o trânsito, à conscientização sobre segurança viária e a ações práticas para quem circula de moto.
Segundo a Emdec, a proposta é chamar a atenção da população e dos motociclistas para os riscos do comportamento inseguro e para medidas que podem ajudar a salvar vidas. A iniciativa também busca ampliar a reflexão sobre a mobilidade urbana e o papel de cada pessoa na construção de um trânsito mais seguro e inclusivo.
Programação inclui blitz, workshop e simulado
A agenda começa com blitz educativa para motociclistas na rodovia Lix da Cunha, próxima à estação do BRT Anhanguera, com entrega de antena corta-pipa, spray para limpeza de viseira e adesivo refletivo para capacete. No dia 28, ocorre o webinário sobre segurança para motociclistas e desenho viário urbano, com inscrições online.
Nos dias 29 e 30 de julho, novas blitzes educativas serão realizadas em pontos de grande circulação de Campinas, com distribuição de antenas corta-pipa. Já em 1º de agosto, a Emdec promove o workshop teórico-prático de pilotagem segura, em sua sede. A programação termina em 2 de agosto com um simulado de sinistro de trânsito no Arautos da Paz.
Motociclistas seguem como principais vítimas
A mobilização ganha ainda mais relevância diante dos dados de mortalidade no trânsito. Apesar da queda de 29% nas mortes de motociclistas nos cinco primeiros meses de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, motos e garupas ainda lideram os óbitos na malha urbana de Campinas, com 10 mortes registradas entre janeiro e maio.
O número é o dobro do registrado entre pedestres, que aparecem em segundo lugar, com cinco mortes. Para a Emdec, toda morte no trânsito pode ser evitada, mas a mudança de comportamento exige trabalho contínuo, constância nas ações e envolvimento de toda a sociedade.