Instituto trata da conservação do peixe-boi em Oriximiná, no Pará
A entrega da nova sede do Instituto Igarapé Nhamundá, em Oriximiná, no oeste paraense, representa um novo avanço nas ações de conservação do peixe-boi da Amazônia e no fortalecimento das comunidades que atuam diretamente na proteção da biodiversidade na região.
A estrutura foi viabilizada a partir da articulação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas) com a Alcoa, por meio do programa Regulariza Pará, fortalecendo a atuação do projeto SOS Peixe-Boi da Amazônia no território.
Preservação
Durante a programação, também foram destacados outros investimentos voltados à preservação ambiental, entre eles a entrega da base flutuante de aclimatação dos animais resgatados e a produção de materiais educativos de conscientização ambiental desenvolvidos em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi.
Ao todo, os investimentos realizados pela Alcoa ultrapassam R$ 860 mil, a maior parte destinada ao Projeto SOS Peixe Boi Amazônia, consolidando uma rede de apoio à conservação que reúne poder público, iniciativa privada, instituições de pesquisa e comunidades locais.
Para o secretário adjunto de Gestão e Regularidade Ambiental da Semas, Rodolpho Zahluth Bastos, a entrega representa o fortalecimento de uma política pública que alia conservação ambiental, apoio comunitário e presença institucional nos territórios.
"O Instituto Igarapé Nhamundá cumpre um papel estratégico para a conservação da fauna amazônica e para o fortalecimento das comunidades da região. Apoiar essa estrutura é fortalecer também o projeto SOS Peixe-Boi da Amazônia, que tem grande relevância socioambiental, e reconhecer que a proteção passa pelo envolvimento direto de quem vive no território".