Mangueirão homenageia policiais mortos em serviço
Iniciativa foi coordenada pela Interpol em diversos países
O governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), realizou na noite de sábado (7) uma homenagem aos profissionais de segurança pública que perderam a vida no cumprimento do dever.
O Estádio Olímpico do Pará Jornalista Edgar Proença, o Mangueirão, em Belém, foi iluminado na cor azul como forma de reconhecimento e respeito à memória desses agentes.
Dia Internacional
A ação simbólica marcou a participação do Estado no Dia Internacional em Memória dos Policiais Mortos em Serviço, iniciativa coordenada pela Interpol e realizada, simultaneamente, em diversos países.
No Pará, a Polícia Federal também participou da ação.
A iniciativa integra um movimento internacional de reconhecimento ao trabalho das forças policiais e de memória aos agentes sacrificados no exercício de suas funções.
Corrente mundial
Com a iluminação especial, o Mangueirão, um dos principais marcos esportivos e culturais do Estado, passou a fazer parte da corrente mundial promovida pela Interpol, conectando monumentos e espaços emblemáticos em diferentes países na mesma homenagem.
Segundo o secretário de Estado de Esporte e Lazer, Cássio Andrade, a iniciativa também reforça o compromisso do Governo do Pará em valorizar aqueles que dedicam a vida à proteção da sociedade.
"Iluminar o Mangueirão de azul é um gesto simbólico, mas carregado de significado. É uma forma de demonstrar respeito, gratidão e reconhecimento aos profissionais de segurança pública, que deram a própria vida no cumprimento do dever", destacou o secretário.
A participação do Pará na ação internacional marca a solidariedade, o respeito e reconhecimento aos agentes que deram a vida para garantir a segurança da população.
Outras ações
Em todo o mundo, houve outras ações. No Rio de Janeiro, por exemplo, o Cristo Redentor foi iluminado com a cor azul.
Outros monumentos pelo mundo fizeram parte da homenagem: o Obelisco de Buenos Aires, na Argentina; o National Carillon em Canberra, Austrália; a Grand-Place em Bruxelas, Bélgica; o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, Brasil; o Palácio Nacional de Cultura em Sófia, Bulgária; as Ruínas de Huanchaca em Calama, Chile; o Cerro de Monserrate em Bogotá, Colômbia; a Torre Petrín em Praga, República Tcheca; a Virgem de El Panecillo em Quito, Equador; o Monumento Nacional Monas em Jacarta, Indonésia; o Coliseu em Roma, Itália; o Tesouro de Petra na Jordânia; a Torre Menara Kuala Lumpur na Malásia; o Anjo da Independência na Cidade do México, México; o Palácio do Príncipe de Mônaco; a Sky Tower em Auckland, Nova Zelândia; o Quezon Memorial Shrine e a estátua do BGen Rafael T. Crame em Manila, Filipinas; a ponte Slasko-Dabrowski em Varsóvia, Polônia; e a Praça do Comércio em Lisboa, Portugal.
