A Pesquisa Mensal de Serviços divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que Sergipe registrou um crescimento expressivo de 13,2% no índice sobre o volume de serviços. O resultado posiciona o estado como o 2º do Nordeste, com a maior variação, e 3º no ranking nacional, no comparativo de setembro de 2023 e setembro de 2024. Na receita nominal de setembro, Sergipe apresentou um crescimento estável de 1,1%, alinhado à média nacional. "Isso indica uma recuperação sólida e a efetividade das políticas locais para fortalecimento do setor. Além disso, o estado ocupa a 3º colocação no âmbito regional e 9ª colocação no âmbito nacional", destaca a gerente de Estatística da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem), Gislaine Gois.O estado apresentou também um crescimento acumulado de 6,1% no volume de serviços no ano de 2024, em relação ao mesmo período de 2023, e uma variação positiva de 6% nos últimos 12 meses, em comparação aos 12 meses anteriores. Em relação ao acumulado no ano, Sergipe ocupa a 2º posição nacional, ficando atrás apenas do Amazonas (8,5%) e com relação ao acumulado em 12 meses, o estado ocupa a 1º posição nacional. Quanto ao acumulado no ano, na receita nominal, Sergipe ocupa a 1ª posição regional (12,9%) e a 2ª posição no ranking nacional, atrás apenas do Amazonas (14%). Ainda fazendo uma referência ao acumulado em doze meses, o estado ocupa a 1ª posição no Nordeste (11,9%) e a 2ª posição no Brasil, ficando atrás do Tocantins (12%). Já na Pesquisa Mensal de Comércio, referente ao mês de setembro, o IBGE revela o crescimento significativo do setor de comércio sergipano. Sergipe destaca-se ocupando a 2° posição no Nordeste e 4° posição nacional considerando o índice de volume de vendas do comércio varejista (2,9%). Já o índice de volume de vendas do comércio varejista ampliado (2,6%) coloca o estado em 3ª posição no Nordeste e 6° posição nacional. Segundo Gislaine, a Pesquisa Mensal do Comércio tem como objetivo produzir indicadores que permitam acompanhar a evolução conjuntural do comércio varejista e do comércio varejista ampliado, e de seus principais segmentos. Vale ressaltar que a receita nominal foca no valor monetário das vendas, sem ajuste para inflação e volume.