Bairro de Campinas celebra 216 anos em Goiânia
Um café da manhã na Biblioteca Cora Coralina comemora
A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), realiza nesta quarta-feira (8), às 9h, uma programação especial em comemoração aos 216 anos de Campinas, um dos bairros mais tradicionais da cidade, na Biblioteca Municipal Cora Coralina.
A iniciativa reúne literatura, memória e integração da comunidade em um momento de celebração da história de um dos bairros mais tradicionais da capital.
Doação de livros
A programação contará com café da manhã oferecido pela Biblioteca Cora Coralina em parceria com amigos da Biblioteca, além de doação de livros de autores goianos ao público.
O evento também terá participação da poeta Maria Aparecida Magalhães, que fará uma apresentação dedicada à valorização da literatura e da identidade cultural de Goiás.
A ação integra as comemorações pelo aniversário de Campinas e reforça o papel da Biblioteca Cora Coralina como espaço de incentivo à leitura, preservação da memória e promoção da cultura.
"A Biblioteca é um local muito bem quisto pela comunidade de Campinas. Todos os anos a gente faz uma celebração nesta data, porque o bairro merece todas as comemorações. Será uma manhã de festa e literatura", afirma.
Campinas
Antes de se tornar um bairro, Campinas foi um município emancipado e chegou a ser a sede provisória do governo estadual.
Fundada em 1810, é considerada a região mais antiga da cidade, sendo até mais velha que a própria capital.
Hoje, o bairro é um forte polo de comércio atacadista e varejista, abrigando pontos de referência famosos como a Avenida 24 de Outubro, a Igreja Matriz de Campinas e o Mercado Municipal.
A cidade de Goiânia é bem mais nova. Tem 92 anos.
Foi fundada em 1933 e foi a primeira capital projetada no século 20.
Antes, o Brasil teve outras cidades projetadas. A primeira considerada neste conceito foi Salvador, em 1592. Outras cidades do século 19, como Teresina e Belo Horizonte, são também projetadas.
Mas Goiânia destaca-se por ter sido a primeira projetada no conceito de "cidade-jardim", integrando as áreas urbanas ao paisagismo, com árvores e parques.