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Estudo na Amazônia descarta teoria de savanização
Estudo feito em Querência, no Mato Grosso, região da Amazônia mais afetada pelo desmatamento nas últimas décadas, avaliou os impactos das secas e queimadas que atingem a floresta em regiões pressionadas pela agricultura. Após 22 anos de pesquisa, a tese de savanização, defendida por cientistas desde a década de 90, foi descartada. No lugar de uma possível substituição das florestas por gramíneas e arbustos, os cientistas observaram a retomada dos espaços afetados pelo fogo e seca pelas mesmas espécies florestais. "O que a gente está mostrando é que a floresta recupera, que ela é altamente resiliente", avalia Leandro Maracahipes, pesquisador da Universidade de Yale apoiado pelo Instituto Serrapilheira.