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MPF quer mais mulheres em escola de cadetes do Exército
O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria dos Direitos do Cidadão no Rio de Janeiro, levantou uma possível discriminação de gênero no concurso de admissão na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (ESPCex). Das 440 vagas oferecidas apenas 40 foram destinadas a candidatos do sexo feminino, o que representa menos de 10% do total.
O mesmo quadro se repetiu em 2025, com a mesma desproporcionalidade entre homens e mulheres.
O MPF enviou recomendação ao Exército para que apresente, em até 90 dias, planejamento destinado a ampliar o quantitativo de vagas reservadas a mulheres na EsPCEx.