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Sindicato de funcionários públicos
A investigação começou após uma denúncia do sindicato de funcionários públicos Manos Limpias (mãos limpas), ligado à ultradireita espanhola. A entidade afirmava que a mulher do primeiro-ministro havia usado sua posição para favorecer um empresário, assinando cartas de recomendação que supostamente o teriam ajudado a conseguir mais de € 10 milhões (R$ 64 milhões) em contratos públicos financiados com fundos europeus.