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Luta em defesa da memória
Um documento lido durante o ato, assinado pelas Avós e Mães da Praça de Maio e outras entidades de defesa da memória do período, pediu justiça e reafirmou que "a memória é defendida pela luta". Na calçada, políticos dividiram espaço com intelectuais e artistas argentinos. Às 15h, a avenida de Maio estava cheia de pessoas que se moviam lentamente.
Por Douglas Gavras (Folhapress)