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Rio cria identificação oficial para mães atípicas
O Estado do Rio de Janeiro agora conta com a Lei 11.186/26, que institui o documento de identificação para mães atípicas. A medida, aprovada pela Alerj e sancionada nesta sexta-feira (15), visa reconhecer e valorizar mulheres que são as cuidadoras principais de filhos com deficiência, doenças raras ou transtornos do neurodesenvolvimento. Segundo o autor da proposta, deputado Fred Pacheco (PL), a iniciativa busca dar visibilidade a essas mães que, muitas vezes, enfrentam sobrecarga emocional e abrem mão de suas carreiras pela dedicação integral aos filhos. O documento facilitará o acesso a direitos e prioridades, garantindo que essa função essencial receba o devido amparo do Poder Público fluminense.