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Esquema
O esquema adotava estratégias para driblar a fiscalização, como comunicação criptografada e veículos adaptados com compartimentos ocultos para esconder drogas e armas. Na parte financeira, utilizava principalmente transferências via Pix, depósitos em contas de pessoas físicas e jurídicas, empresas fantasmas, agiotagem e fracionamento de valores, numa tentativa de mascarar a origem ilícita dos recursos.
