Defesa de Robinho aponta 'injustiças' na pena do ex-atleta
O ex-jogador Robinho, que cumpre no Brasil pena por estupro cometido na Itália em 2013, nomeou na quarta (29) os advogados Anderson Luna, Mário Vale e Bruno Cândido para defendê-lo em recursos no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e no STF (Supremo Tribunal Federal). Luna e Vale são de São Paulo, e Cândido atua em Minas Gerais. A mudança impõe novos rumos à estratégia de defesa do ex-atleta, que também é representado pelo escritório de José Eduardo Rangel de Alckmin, primo do vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB). Robinho está preso no Brasil desde 2024, quando o STJ homologou os efeitos da sentença italiana que o condenou a 9 anos de prisão por participar do estupro coletivo contra uma mulher em uma boate de Milão, em 2013.