CORREIO ESPORTIVO
DESCASO
Naquela que deve ser a última Copa América da carreira de Marta, 39, a Seleção Brasileira e as demais equipes sul-americanas lidam com o que classificam como "uma precária e desanimadora estrutura" oferecida pela Conmebol. O cenário levou a entidade, depois de críticas, a rever parcialmente seu protocolo de operação do torneio feminino no Equador.
O principal foco das reclamações é a escolha do estádio Gonzalo Pozo Ripalda, em Quito, para abrigar nove das dez partidas do Grupo B. O gramado, castigado pelo excesso de jogos, levou a Conmebol a adotar uma medida que gerou ainda mais desconforto.
Nas duas primeiras rodadas, todas as equipes que atuaram na casa do Aucas foram obrigadas a fazer o aquecimento dentro do vestiário, em espaços confinados e com divisões improvisadas para atender duas delegações ao mesmo tempo.
Por Luciano Trindade (Folhapress)