Hostels

Modelo de hospedagem cresce no mundo, ganha destaque nas férias de julho e continua atraindo quem busca economia e contato com viajantes de vários países

Por Sérgio Cabral

Logo da International Youth Hostels Federation

O turismo é uma das atividades econômicas que mais cresce no mundo. Cada vez mais, as pessoas desejam visitar destinos, conhecer culturas, paisagens e vivenciar experiências.

As redes sociais estão coalhadas de perfis de influencers que divulgam destinos pelo mundo, as TVs abertas e a cabo têm programas turísticos que geram desejo nas pessoas. E os sites e plataformas oferecem hospedagens de todos os tipos.

Na década de 80, fui diretor da TurisRio, a Companhia de Turismo do Estado, e me apaixonei por uma forma de hospedagem barata e disseminada, na ocasião, em toda a Europa: os hostels. Me envolvi tanto que acabei presidente da Hostels Brasil. No início dos anos 90, fui o primeiro latino-americano eleito para o board da International Youth Hostels Federation, cuja sede fica em Londres.

Fiquei responsável por disseminar esse modelo de hospedagem no Brasil e em toda a América Latina. Implementei Hostels em diversos estados brasileiros e nos países do nosso continente. Eram milhares de jovens com a carteira de usuários de hostels.

Hoje, há hostels nos quatro cantos do mundo. A Europa continua a ser o continente com o maior número de hostels e usuários desse meio de hospedagem.

O Hostel é barato, tem uma placa que o distingue como credenciado da rede internacional, e a pessoa hospedada vai ter contato com gente de todo o mundo. Tenho o testemunho de inúmeras pessoas que viajaram e viajam se hospedando nos hostels e têm lembranças inesquecíveis.

Estamos nas férias escolares de julho. Daí, a minha dica de viajar pelos hostels do nosso estado, do Brasil e de todo o planeta. É bom, bonito e barato.

 *Jornalista. Instagram: @sergiocabral_filho