A dura queda de braço do Brasil com os EUA no tarifaço
Talvez o Brasil sonhasse ter a disposição para a briga e a resistência financeira da China na briga que o país comprou com os Estados Unidos quando Donald Trump revolveu elevar tarifas para pressionar o país. Na ocasião, em 2025, os dois países ficaram se retaliando mutuamente. Os EUA primeiro taxaram a China em 10%. Os chineses responderam. A briga escalou para 25%. As sobretaxas chegaram a ultrapassar os 100%. Os dois países acabaram fazendo um acordo. No caso brasileiro, o país vai à Organização Mundial de Comércio (OMC) discutir o tarifaço de Trump. Ao mesmo tempo, tenta reduzir o impacto da medida norte-americana. Trump reclama de práticas desleais brasileiras, mas a balança comercial é amplamente favorável a seu país, um superávit acumulado de US$ 9,4 bilhões. É onde, portanto, suas ações podem virar um tiro pela culatra.