{{channel}}
Messias sucumbe na guerra de vaidades de Lula e Alcolumbre
Entre as diversas sequências antológicas de O Grande Ditador, o clássico de Charles Chaplin, há uma que resume de forma demolidora o quanto são ridículas e infantis as disputas de poder entre líderes políticos. Adenoyd Hynkel, a paródia de Adolf Hitler interpretada por Chaplin, recebeu em seu país, a Tomânia, o ditador de Bactéria, Benzino Napaloni, a caricatura de Benito Mussolini , papel de Jack Oakie. Nas demonstrações de superioridade de um sobre o outro, eles vão até o salão de barbeiro do palácio de Hynkel. E produzem ali uma hilária corrida de cadeiras de barbeiro, um tentando colocar mais alto a sua cadeira para rebaixar o outro. O Senado assistiu ontem a uma repetição da disputa de cadeiras.